Em oportunidades, várias,
caros amigos leitores, nos deparamos com a necessidade de reavaliarmos nossos
conceitos sobre determinada coisa, ou sobre determinadas idéias.
Estas oportunidades nos
levam a aperfeiçoar, melhorar, refazer em parte, ou até totalmente, aquilo que
não atendeu as nossas exigências ou necessidades.
Não ficamos, muitas vezes,
satisfeitos com um texto elaborado ou com um trabalho acabado, e para torná-lo
melhor, ou atualizá-lo, procuramos remover as supostas imperfeições e defeitos.
Chegamos em inúmeras ocasiões, com tantas mudanças e inovações, a refazê-lo
totalmente, de tal forma, que o que foi inicialmente elaborado perdeu
totalmente a sua utilidade.
Vemos isto com uma freqüência
assombrosa na tecnologia da computação, onde cotidianamente os sistemas são
aperfeiçoados e ampliados através das atualizações. Com uma insistência enervante você, leitor e
leitora, recebem mensagens para atualizar sites e sistemas.
Então isto, parece, está
incrustado na motivação existencial do ser humano!
A esta altura perguntarão
os leitores: E o que o até agora exposto tem a ver com o título da crônica?
Antes de uma possível
impaciência, ou um destempero emocional do prezado leitor, explico, então.
E mais, prezado leitor, não
estou defendendo uma tese de que a Mulher é superior ao Homem. Eu estou fazendo
uma afirmação.
Não estou querendo provar
que a Mulher é superior ao Homem, mas apenas demonstrar o óbvio.
Não vou utilizar números,
porcentagens ou estatísticas. Não vou fazer comparações de quem é mais
inteligente, quem é mais forte, quem ama mais, quem tem o maior QI, quem é mais
isso ou aquilo.
Utilizarei, para tanto, a
própria palavra divina, dizendo que foi Deus, na sua sabedoria infinita, que
no-lo demonstrou!
Vamos então, com espeque,
na palavra divina, encontrada no Gênesis, Capítulo I versículo 26:
Então disse Deus: “Façamos
o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes
do mar, sobre as aves do céu, sobre os grandes animais de toda a terra e sobre
todos os pequenos animais que movem rente ao chão”.
Devemos entender que Deus
criou o homem à sua semelhança, no sentido de como ele o é com relação aos
outros seres criados por Deus na Terra. Por te sido dotado de racionalidade, se
tornou superior aos outros criados.
Os atributos ligados a Deus
de uma forma infinita e incompreensível, como o amor, a eternidade, a
imutabilidade, a infinitude, a justiça, a liberdade, a onipotência, a
onipresença, a onisciência, a Santidade, a Simplicidade, e a soberania, não
foram outorgados ao homem, daí o porque esta semelhança é meramente simbólica,
e assim deve ser interpretada.
Mas, caros leitores,
continuemos:
Deus criou o homem como um
ser racional e superior aos outros criados na Terra, o que lhe permitiu dominar
os demais.
A humanidade se desenvolveu
através dos milênios e séculos, se tornando com a conhecemos hoje, com todos os
aperfeiçoamentos que foram necessários, para que o homem superasse as
adversidades da vida e do meio em que foi criado.
E o exemplo da necessidade
do constante aperfeiçoamento, caros leitores, foi dado pelo próprio criador,
quando criou a mulher.
Então Deus não falhou nos
detalhes da criação do homem, mas nos mostrou, apenas, que tudo pode e deve ser
aperfeiçoado.
Então:
GÊNESIS I – versículo 21:
“Então o Senhor Deus fez o
homem cair em profundo sono e, enquanto este dormia, tirou-lhe uma das costelas,
fechando o lugar com carne”.
GENESIS I – versículo 22:
“Com a costela que havia tirado
do home, o senhor Deus fez uma mulher e a levou até ele”.
Como podemos observar,
então, Deus não criou a mulher como fez com o homem, mas a criou a partir do
homem.
Podemos entender, já que
não podemos admitir um erro divino, que a criação da mulher serviria como
exemplo, para a humanidade, de que o homem, por ser dotado de racionalidade,
poderia aperfeiçoar tudo, num constante progresso. E a própria evolução do ser
humano, e a evolução do progresso, assim o demonstram.
Então fica claro que a
mulher é a evolução do homem, e por ser uma evolução é, aquela, sem dúvidas,
superior a este.
Diríamos que a mulher é um
“upgrade” do homem. Uma atualização do homem, e tanto é verdade que vem
aquinhoada com o dom da maternidade, que não havia no home, e, portanto, um
amor totalmente desconhecido do mesmo.
A meiguice e a delicadeza
da mulher contrastam, de forma evidente, da brutalidade do homem.
João Szabo
05/12/2015